sexta-feira, 14 de novembro de 2014
As Quatro Folhas
A que cai,
Deteriora no chão,
Junto ao passo mal dado,
Sonhos vertidos em ilusão.
Outra; escondida,
Marca texto antigo,
Entre poemas e naufrágios,
Retorque teu passado.
Despede-se em arranjo,
Fúnebre com quem morre,
Àquela colhida...
Acolhida por quem vai.
Cartas à mesa,
Teu blefe que me dobra,
Faço caminho em pétalas,
Trevos não dão sorte.
Nefelibata
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Uma faca, um queijo e um pao
Sentei-me à mesa de jantar,
Dispostos à mão,
Uma faca, um queijo e um pao!
Resolvi pensar na vida,
E dela abrir mão.
Do queijo ao pulso,
A faca voou como um arpão.
Surpreendente o pulso me valeu,
Como fogos em dia de São João.
Se abriu à partir do queijo,
O solitário desejo,
À qual perdi meu coração.
E sem que me desse conta,
Lembrei-me do beijo,
E recobrei de pronto, minha razão.
Magoado e chorando,
Cortei o pão e o queijo,
Comi com aquele anseio,
De quem esconde um segredo.
Um Segredo em meu coração.
Torno a pensar na vida,
Sufragado por pensamentos,
Que a tempos me sufocam,
E volto atrás mais uma vez!
Desisto de mim sem luta,
Delírio que persiste,
Lágrima que insiste,
Deixa-me em paz!
Ou morro pela mão da decepção,
Ou pela solidão que me abraça.
Nefelibata
Dispostos à mão,
Uma faca, um queijo e um pao!
Resolvi pensar na vida,
E dela abrir mão.
Do queijo ao pulso,
A faca voou como um arpão.
Surpreendente o pulso me valeu,
Como fogos em dia de São João.
Se abriu à partir do queijo,
O solitário desejo,
À qual perdi meu coração.
E sem que me desse conta,
Lembrei-me do beijo,
E recobrei de pronto, minha razão.
Magoado e chorando,
Cortei o pão e o queijo,
Comi com aquele anseio,
De quem esconde um segredo.
Um Segredo em meu coração.
Torno a pensar na vida,
Sufragado por pensamentos,
Que a tempos me sufocam,
E volto atrás mais uma vez!
Desisto de mim sem luta,
Delírio que persiste,
Lágrima que insiste,
Deixa-me em paz!
Ou morro pela mão da decepção,
Ou pela solidão que me abraça.
Nefelibata
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