Contrários que se atraem,
Eclipse de lábios e linguas,
Entendimento no descontentamento,
Completude de resquícios ignorados.
A noite e o dia expressos nos olhos,
Lua e sol perfilados em efeito glaucoma,
São os olhos de Deus a nos vigiar,
Rotas orbes, inspiradas fendas da alma.
Corais e coros evanescentes no céu,
Trazem minucias desencontradas,
Mapas que mostram a distancia,
Entre um dia e uma noite aleatórios.
Sabemos a quantas anda o tempo lá fora,
E até mesmo sobre nosso futuro,
Mas nao entendemos o trivial marcante,
Por que estamos juntos até hoje?
Sumária execução de sentidos,
Somos todos coadjuvantes desse circo,
Que tem por toldo o eterno céu multicolor,
E como animais em jaulas,
Nossos amores, sentimentos e aflições,
Sob controle involuntário de um piscar de olhos do tempo,
Arrebol de meia noite, lua da manhã.
domingo, 29 de agosto de 2004
quarta-feira, 18 de agosto de 2004
Flutuações Fleumáticas
Incólume, latente, anestesiado...
Pessoas que não sabem quem são,
Almejam o insólito, frenéticas!
E eu aqui, a vida por ai, assim,
Um passando pelo outro,
Sem se reconhecer depois de noites,
De profundas ilações pueris.
Abstruções, ablução do pecado mor,
Negar a si próprio mediante o espelho,
Reconhecer-se nas interseções,
Planos e planetas inexplicáveis.
E eu aqui, apenas continuo do meio,
Sempre com humor, humor algum,
Relembrando o amanhã,
Que levou consigo a esperança.
Mas o que chamam de vida,
Levo sem parar pra pensar,
Embrulhada para presente!
Vou entregá-la, entregar-me.
De dentro da cabeça,
A volúpia da alma escarna,
Uma vontade inigualável,
De levantar e andar...
Fazer enxergar e andar,
Uma única vez,
Aquele(s) que almejam,
A liberdade frenética de estar.
O que achou? Dê a sua interpretação Sobre o poema e até a próxima postagem!
Pessoas que não sabem quem são,
Almejam o insólito, frenéticas!
E eu aqui, a vida por ai, assim,
Um passando pelo outro,
Sem se reconhecer depois de noites,
De profundas ilações pueris.
Abstruções, ablução do pecado mor,
Negar a si próprio mediante o espelho,
Reconhecer-se nas interseções,
Planos e planetas inexplicáveis.
E eu aqui, apenas continuo do meio,
Sempre com humor, humor algum,
Relembrando o amanhã,
Que levou consigo a esperança.
Mas o que chamam de vida,
Levo sem parar pra pensar,
Embrulhada para presente!
Vou entregá-la, entregar-me.
De dentro da cabeça,
A volúpia da alma escarna,
Uma vontade inigualável,
De levantar e andar...
Fazer enxergar e andar,
Uma única vez,
Aquele(s) que almejam,
A liberdade frenética de estar.
O que achou? Dê a sua interpretação Sobre o poema e até a próxima postagem!
quarta-feira, 4 de agosto de 2004
Dois Corações, um só Desejo.
Amor...Sem dúvida um sentimento que nos move, nos mata
e que não conseguimos viver sem. Neste poema de hoje, que
versa sobre o amor, trata-se do amor homem&mulher. Fala
especialmente a todos aqueles que dizem poder amar duas
pessoas ao mesmo tempo. Que fique claro que amar ao mesmo
tempo duas pessoas o amor de um homem para com uma mulher
e vice versa. Diferente do amor para com um filho ou para com
os pais, por exemplo. Amar duas, três, dez mil vezes sim, mas,
tudo dentro da eternidade do amor sincero que nao é dúbio...
Afinal, quem nasce com dois corações no fundo peito? O Amor
é eterno em sua duração, as paixões são varias e diversas e uma
coisa é completamente diferente da outra. Bem, é isso, não vou
alongar mais. Boa leitura. Espero que gostem e além de tudo,
entendam.
Aonde me escondo,
O lado escuro da Lua,
Outrora Reluziu ao toque suave do Sol.
Não é tão mal assim este lado...
Meu coração,
É do tamanho desajeitado,
De um mundo deformado,
Mas não é DOIS.
Meu coração, que é só UM,
Causa espasmo, vertigem,
Ama em cadenciada disritmia,
Desordenado na certeza,
De uma só paixão.
Bate forte no peito,
Como se pudesse amar duas vezes,
E ao mesmo tempo, migalhas de tempo...
Ser fiel a sí mesmo!
Devoção, Sonho, Ilusão,
Move um mundo utópico,
Por ocasiao da traição,
De eternas juras de amor,
Que se perderam num olhar.
Todo escuro se torna claro um dia,
E o limite se transborda,
Na forma de um mar revolto,
De gotas...
De lágrimas caidas,
Diante o adeus antes da hora.
Audadau. Uadadadadauuuuuuu!!!!
e que não conseguimos viver sem. Neste poema de hoje, que
versa sobre o amor, trata-se do amor homem&mulher. Fala
especialmente a todos aqueles que dizem poder amar duas
pessoas ao mesmo tempo. Que fique claro que amar ao mesmo
tempo duas pessoas o amor de um homem para com uma mulher
e vice versa. Diferente do amor para com um filho ou para com
os pais, por exemplo. Amar duas, três, dez mil vezes sim, mas,
tudo dentro da eternidade do amor sincero que nao é dúbio...
Afinal, quem nasce com dois corações no fundo peito? O Amor
é eterno em sua duração, as paixões são varias e diversas e uma
coisa é completamente diferente da outra. Bem, é isso, não vou
alongar mais. Boa leitura. Espero que gostem e além de tudo,
entendam.
Aonde me escondo,
O lado escuro da Lua,
Outrora Reluziu ao toque suave do Sol.
Não é tão mal assim este lado...
Meu coração,
É do tamanho desajeitado,
De um mundo deformado,
Mas não é DOIS.
Meu coração, que é só UM,
Causa espasmo, vertigem,
Ama em cadenciada disritmia,
Desordenado na certeza,
De uma só paixão.
Bate forte no peito,
Como se pudesse amar duas vezes,
E ao mesmo tempo, migalhas de tempo...
Ser fiel a sí mesmo!
Devoção, Sonho, Ilusão,
Move um mundo utópico,
Por ocasiao da traição,
De eternas juras de amor,
Que se perderam num olhar.
Todo escuro se torna claro um dia,
E o limite se transborda,
Na forma de um mar revolto,
De gotas...
De lágrimas caidas,
Diante o adeus antes da hora.
Audadau. Uadadadadauuuuuuu!!!!
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