Mais uma noite solitária,
Desacertos sem consertos,
Visitam minha consciência,
Que não me deixa dormir.
Quero experimentar o sal,
O sol e o vôo das privações,
Tudo condicionado ao azul,
Imerso céu seu. Arrebatador!
Denuncia-me à faca ao peito,
Sem chance de fuga...
Um dia espero reencontrar,
O elo enferrujado que nos prende,
Mas que já nos fez tão feliz.
Proponha-se a vida a me conter,
Investigar o que está a vista,
Correndo atrás do rabo,
Dogmas separam os que lutam,
Pela unificação dos povos.
E o que importa no final,
O que deve ficar quando,
Derrubarmos nossos muros,
E nos libertarmos de toda prisão?
Começo, Inauguração, Ilusão,
Falseado fim pra todos que terminam.
E recomeçam do meio termo,
Seguindo os primeiros passos.
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