Atlântida encolhida,
Escondida na distancia,
Inundada por pés...
Profundidade do meu ser.
Quero sumir e não ser achado,
Nesse desconhecido país,
Que se chama,
“Teu Corpo”.
Palavras bonitas,
Eternas desditas ao luar,
De um dezembro sem fim,
De quem traiu num olhar.
Tento respirar, mas dói,
Passo a passo ao marca passo,
Galopa meu pégaso amor,
Em direção a solidão.
O que se quer diante dos homens,
É o que se perde por esperar,
Sonhos de um dia poder,
Decifrar-te, descobrir-te.
Sua imagem disfarçada,
Me engana gravada nas pistas,
Que um dia deixastes para mim,
Perdidas em olhares distintos,Artificiais...
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