segunda-feira, 4 de julho de 2005

A consequência do meu pessimismo, surge!

Um dia desse a química surgiu,
A explicar meu beijo físico...
Em teu queixo meio caído, puído,
De vidro a se debruçar em solidão.
Se fico aqui parado a dizer, desferir,
Gestos instrospectos de curto alcance,
Motivos ignorados, inatos,
Presenciam minha intenção esvair-se.
Doravante, saiba de que estou falando,
Um semblante que ao meu induz....
Idéias absurdas,voluptuoso intento,
Estar pra lá dos céus não vale mais!
Os livros nessa estante da vida,
São alegóricos sob olhares cegos...
Que em braile não os lêem,
Nem os querem bem.
Os dias que se vão nada prometem,
Despedidas de primaveras,
Contidas em cetim de rosas,
Que recobrem seu corpo de tristania.
Mesmo sem saber de tua felicidade,
Os ventos que movem moinhos sábios,
Adormecidos a encalacrar seus sonhos,
À realidade avisam de seu desaparecimento...
Antes que meus braços te achem!
Tua ferida a sangrar pra dentro,
Transforma-se em nosso elo...
E quando se sentires sozinha,
De olhos fechados encontraras,
O segredo e o remédio para toda dor,
Você mesma!

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