Há muito esquecido tempo,
Um achado que perdido estava,
Emergiu de alto a alem...
Chegou ate mim em sonhos.
Notei uma pálida face,
Forma de lua que chama,
Clama com um sopro firme,
Descortinação de falácias.
O perdido pode ser retomado,
Devendo às mãos certas,
Escolher o desvelo do místico,
Mistério!
Minha fortaleza,
Castelo de cartas de um baralho,
De compleição levemente robusta,
Chamusca olhos atrevidos...
Incrédulos!
Encontros de sons e ritos,
Encosta-me de costas numa encosta,
Ilha flutuante, querebetã harmônico,
De gafanhotos e almas.
De reencontros e mentiras.
De falsos começos a retomar historias,
Inacabadas em escombros ou construções civis?
Dançam juntas a procura,
Da pandora destroçada caixa,
De nossos corações calados.
Embora de lá pra cá,
Norteando a vista cansada,
Sem que desmorone o valete,
Pois, esse às será um dia sua dama.
A tampa fraqueja e cai,
Isola o sonho de uma vida,
Na sonoridade oca e fúnebre,
Do caixão que desce à cova.
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