Tememos tudo o que vemos? Ou será que,
Estando diante do perigo,
Fingimos para nós mesmos que,
A realidade vivida,
Condiz com o que almejamos? Voltamos,
Nossos olhos para nosso mundo de pano surrado,
E enganando o giro da terra por um segundo qualquer,
Sentimo-nos deuses, soldadinhos de chumbo,
Numa infantilidade senil de quem não envelhece.
Chorar para dentro,
Esconder o que está à vista,
Daqueles que controlam e depuram...
Mas nós não vemos nada.
Querendo ou não é fato,
Inegável vontade de ser,
Tudo aquilo que não se é,
A vida segue assim com seus supérfluos seguidores.
Quando crianças algumas mimadas criaturas,
São ensinadas erradamente que podem,
E que podem, e que podem, e sempre poderão,
O corpo espatifado no chão,
Pode depreender com razão o fim do PSEUDOCRISTO!
Cometimento de erros marginais,
Suplementa o meu ser uma onda gigante,
Que dos poros exultam,
Em enganos que conduz ao meu eu,
Que falo com uma voz que não é minha.
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