Tudo o que faço parece tão pequeno...
Ingrata razão me recompensa ao fim,
Com o limite desmedido do peito,
Que o coração aos poucos dilacera.
Haverá laço que me sirva de prisão?
Haverá pena que emoldure minha dor?
Aquilatada alva face,
Arqueia ao beijo primeiro,
De inóspitas visagens,
Lembranças do aquém.
Onde foi que perdi a vontade?
Aonde me esqueci de verdade!
Cortante navalha,
Verte do sangue,
Carne retalhada,
E mais nada.
Nefelibata 2011
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